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PROGRAMA DE SEXUALIDADE NA ADOLESCENCIA
DADOS DA INSTITUIÇÃO
Ano de Fundação: 1983 Nome completo: CEPARH - Centro de Pesquisa e Assistência em Reprodução Humana Endereço: Rua Caetano Moura, 35 - Federação Município: Salvador Estado: Bahia CEP: 40.210341 Telefone: 2106 1000 Fax: (071) 2106 1013 Dados Bancários: Banco do Brasil Agencia: 2957-2 Conta Corrente: 5110-1 CNPJ: 14.797815/0001-58 Nome do principal representante: Elsimar Coutinho Cargo: Presidente Responsável pelo Projeto: Andréa Coutinho E-mail: faleconosco@ceparh.com.br
Capacidade institucional O CEPARH - Centro de Pesquisa e Assistência em Reprodução Humana é uma entidade privada e sem fins lucrativos, fundada em 1983, em Salvador, Bahia. É um moderníssimo centro que se dedica há mais de 20 anos à pesquisa em reprodução humana e planejamento familiar, desenvolvendo técnicas administrativas hospitalares, programas comunitários, treinamentos, conferências e o atendimento a pessoas carentes que necessitam dessa assistência independente de sexo, cor, religião, ideologia ou nível social. O CEPARH é órgão de utilidade pública municipal, estadual e federal, conforme Lei Municipal n° 3.732 de 16.06.87, renovada pela Lei nº 5.412 de 25.08.98; Decreto Lei Estadual n° 4.869 de 11.04.89, renovado em 08.06.99 e Decreto da Presidência da República publicado no DOU em 11.06.96 e que, em 30 de outubro de 1997 obteve junto ao CNAS - Conselho Nacional de Assistência Social o Certificado de Entidade de Fins Filantrópicos, renovado em 16.04.03 pela Resolução nº 54 publicada no DOU de 22.04.03. CEPARH - Centro de Pesquisa e Assistência em Reprodução Humana, foi criado pelo Professor ELSIMAR METZKER COUTINHO, Professor Titular da Disciplina de Reprodução Humana da Faculdade de Medicina da Universidade Federal da Bahia com a missão de realizar um atendimento universal na área da saúde reprodutiva.
Dados de atendimento Durante os anos de 2001, 2002 e 2003 o número de pessoas atendidas gratuitamente pelo serviço do planejamento familiar foi de 74.400 (setenta e quatro mil e quatrocentos), entre eles, um grande número de adolescentes. Os atendimentos foram custeados com recursos próprios, ou seja, sem ônus para o usuário ou sem cobertura por convênio.
Missão
O CEPARH tem como missão a melhoria de vida da comunidade com ações que objetivem a orientação e a assistência médica na área da saúde reprodutiva tanto da mulher como do homem, em qualquer fase de sua vida. Esta abrangência inclui naturalmente a educação, orientação e assistência na área sexual, particularmente do adolescente, e a assistência ao idoso com ênfase na Terapia de Reposição Hormonal para ambos os sexos. Alem da parte educacional, o CEPARH fornece métodos contraceptivos gratuitos. Ação que é realizada principalmente visando a qualidade de vida da mulher/ casal que poderá escolher quantos filhos ter e quando optará por uma gravidez, trazendo como principal benefício à diminuição da gravidez não desejada e por conseqüência do aborto clandestino, que uma das principais causas de morte em mulheres jovens no Brasil.
PROGRAMA DE SEXUALIDADE NA ADOLESCENCIA - EDUCATIVO
DADOS DO PROJETO
Espaço físico utilizado: Escolas da Rede Pública e CEPARH Público alvo: Adolescentes com faixa etária entre 13 e 19 anos Início de implantação do projeto: novembro 2004 Duração Mínima do Projeto: 12 meses Estimativa de público no projeto piloto: 18.000 adolescentes
Problemática O aumento das taxas de gravidez na adolescência em todo mundo incide, principalmente, nas faixas etárias mais jovens.Cerca de 20% das crianças que nascem a cada ano no Brasil são filhas de adolescentes, esse índice vem aumentando cada vez mais - hoje o número de garotas com menos de 15 anos grávidas é quase três vezes maior do que na década de 70. A maioria dessas adolescentes não tem condições financeiras e nem emocionais para assumir uma maternidade. Muitas delas fogem de casa devido a repressão familiar e quase todas abandonam o estudo. É importante lembrar que a gestação precoce é provocada por múltiplos fatores, como imaturidade e o fácil acesso à vida sexual. No Brasil, é no estrato social mais pobre que se encontram os maiores índices de fecundidade na população adolescente. Na renda familiar menor que um salário mínimo, sendo que, cerca de 26% das adolescentes entre 15 e 19 anos tiveram filhos no estrato de renda mais elevado, somente 2,3% eram mães. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que cerca de 20% das crianças nascidas na Bahia em 2002 são filhas de jovens entre 15 e 18 anos. O estado foi líder do ranking no país nesse último levantamento. Devido a ilegalidade do aborto no Brasil, a adolescente costuma ser forçada a utilizar meios clandestinos, com sérios riscos de complicações associadas (as estatísticas do SUS em 99 apontam mais de 50 mil curetagens pós-aborto feitas em brasileiras de 10 a 19 anos) Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, dos 4 milhões de abortos praticados por ano no Brasil, 1 milhão ocorrem em adolescentes; muitas delas ficam estéris e cerca de 20% morrem em decorrência do aborto. O Mistério da Saúde coloca como a segunda causa de óbito na adolescência, uma tragédia que poderia ser evitada em 90% dos casos. Outro fato alarmante, demonstrado pelo último levantamento do IBGE, é que 86% das meninas, de classe média e alta, que ficam grávidas praticam o aborto. Dados do Ministério da Saúde confirmam que 50% das gestações não planejadas terminam em abortamentos provocados.
Causas da gravidez na adolescência · Ausência de diálogo com os pais sobre vida sexual. · Início precoce das atividades sexuais, por influência da mídia e do grupo de amigos. · Confusão entre amor e sexualidade por parte de ambos os parceiros. · Falta de informações sobre a reprodução. · Falta de informações sobre métodos anticoncepcionais. · Resistência ao uso de preservativos. · Necessidade de auto-afirmação. · Rebeldia contra a família. · Falta de perspectivas pessoais e profissionais. · Ilusão de que por ser muito jovem ainda (imagem não perdida do "corpo de criança") não é possível a gravidez, · Falta de apoio financeiro para consultas médicas, exames e utilização de métodos contraceptivos.
Outro problema grave da adolescência está relacionado às DSTs. Estudos de vários países têm demonstrado a crescente ocorrência de AIDS entre os adolescentes, sendo que, atualmente, as taxas de novas infecções são maiores entre a população jovem. Quase metade dos novos casos de AIDS ocorre entre os jovens com idade entre 15 e 24 anos. Considerando que a maioria dos doentes está na faixa dos 20 anos, conclui-se que a grande parte das infecções aconteceu no período da adolescência, uma vez que a doença pode ficar por longo tempo assintomática.
Numa Conferência Internacional sobre Aids, a ONU (Organização das Nações Unidas) alertou que 60% das novas infecções pelo vírus HIV irão acontecer entre pessoas de 15 a 24 anos. No Brasil, a estimativa oficial é de que cerca de 0,5% dos jovens sejam portadores do HIV. Estudos dos órgãos de saúde mostram que a proporção atual na faixa de 15 a 19 anos é de seis mulheres infectadas para um homem. Esse índice é resultado de relações sexuais sem prevenção e compartilhamento de seringas nas drogas injetáveis. São 250 mil casos notificados no País. Estima-se que 600 mil pessoas vivem com AIDS. Desses, 46 mil são jovens. O Ministério da Saúde considera que o País vive uma verdadeira epidemia da doença. Objetivo Específico do Programa:
· Promover educação sexual como meio de reduzir os índices de gravidez precoce, abortos provocados e doenças sexualmente transmissíveis com ênfase na HIV/AIDS; · Criar consciência dos cuidados necessários com o seu próprio corpo e com o corpo do parceiro. · Tornar cada educador e cada educando participante, um agente multiplicador na sua comunidade. · Capacitar os educadores para abordagem do tema com os adolescentes; · Utilizar os próprios adolescentes como forma de resolver suas próprias questões, através de debates, vivencias, pesquisas em grupo e aconselhamentos individuais; · Criar a cultura da utilização de métodos contraceptivos, quando necessário, dando ênfase ao preservativo.
Justificativa do Programa:
O censo mostra que cerca de 27% dos partos realizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no país, em 2000, envolveram gestantes com idade inferior a 19 anos. Há cinco anos, o índice era de 22,6%. Segundo o Ministério da Saúde, os estados com maiores índices de gravidez precoce são das Regiões Norte e Nordeste. Enquanto pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela redução na taxa de fecundidade das mulheres brasileiras, cresce o número de adolescentes grávidas no País.As adolescentes de hoje em dia continuam contraindo gestações indesejadas. Só no ano passado, mais de 700 mil meninas entre 10 e 19 anos tornaram-se mães em hospitais da rede pública do país. O aumento da gravidez na adolescência entre garotas de 10 a 14 anos é ainda mais preocupante. 2,7 milhões de partos realizados no País em 2001, 35 mil ou 1,3% ocorrem nessa faixa de idade. O desafio é saber se o Sistema único de Saúde (SUS) está preparado para dar um atendimento diferenciado às adolescentes grávidas e se essas entendem a importância do exame pré-natal. A gravidez precoce representa riscos para a saúde de uma adolescente. Por estar com o corpo ainda em formação, ela pode enfrentar complicações, assim como o bebê. O índice de DST´s na adolescência é outro grande fator de risco que está relacionado à falta de educação sexual, muitas vezes fatal, como no caso da AIDS.
Inscrição para participação no Programa:
As Escolas Públicas Municipais e Estaduais serão indicadas pelas Secretarias de Educação do Estado e Município de acordo com as suas necessidades. Outras comunidades também poderão se inscrever através do Site do CEPARH, as quais serão avaliadas para participarem do programa.
DESENVOLVIMENTO DO PROJETO
1. Adesão das Escolas ao Programa: Escolas da rede publica serão contatadas objetivando o seu engajamento no programa. Após a assinatura do termo de adesão, uma visita será programada para sensibilização do corpo docente.
2. Sensibilização dos Profissionais nas Escolas: De forma presencial, professores, gestores pedagógicos serão sensibilizados sobre a importância do programa. Os docentes com interesse na participação do programa serão capacitados através de com oficinas e responsabilizados pela mobilização e motivação dos alunos participantes. Cada educador receberá um kit contendo: um guia de sugestões (dicas, sugestões de dinâmicas, entre outros, que vão facilitar a abordagem do tema com o educando) um conjunto de slides/ transparências, um CD, uma camiseta e um gibi. Cada educador interessado em ser um multiplicador na sua escola receberá em contrapartida, uma carteirinha de sócio multiplicador, que dará direito a utilizar os serviços do CEPARH em todas as outras áreas disponíveis no Centro, gratuitamente ou com desconto substancial.
3. Organização do Programa Educativo: De acordo com a disponibilidade da Escola, Os professores serão capacitados com 8 horas de oficinas, através de profissionais capacitados. Após a capacitação do corpo docente, as ações serão oferecidas aos educandos de acordo com o planejamento da escola e de cada matéria. Serão disponibilizados 3 facilitadores que irão juntamente com o educador aplicar a metodologia em sala de aula. Cada grupo terá 3 horas semanais, divididas de acordo com a disponibilidade, em horários a combinar. Essas ações também poderão ser realizadas em horários contrários ao turno escolar.
O programa poderá ser adaptado para serem trabalhados nas matérias curriculares. As Escolas poderão fazer com que a participação do aluno valha uma pontuação no boletim, como forma de incentivo.
4. Divulgação na Escola para inicio do programa: Antes da ação educativa (Cinema e/ou teatro e palestra interativa), serão colocados nas escolas cartazes informativos para divulgação do "Evento". Convites individuais serão distribuídos entre os alunos, o que ressaltará a importância da participação de cada um.
5. O Evento: No primeiro momento apresentaremos no auditório um filme ou uma peça teatral fornecida por entidade parceira. Tornaremos o primeiro momento uma atração a parte, com carrinho de pipoca na porta do local fazendo distribuição gratuita para os adolescentes convidados do dia. O filme será em formato de desenho animado com linguagem divertida e acessível (10`) e a peça teatral será realizada por uma entidade parceira, onde os atores serão os próprios adolescentes, utilizando linguagem própria e levantando a problemática da faixa etária. Após essas apresentações, será promovido um debate entre os participantes, levantando as questões contidas.
6. Mobilização na Escola Durante o mês de realização do programa na Escola, facilitadores do CEPARH trabalharão junto ao educador interessado, propondo para o grupo, atividades e dinâmicas, conforme guia. A idéia é produzir um festival cultural idealizado pelos próprios educandos, com manifestações artísticas/ culturais, tais como dramatizações, campanhas publicitárias, painéis, musicais, etc. Nesse festival procuraremos incentivar a participação da família e dos amigos dentro do espaço escolar.
7. Apoio ON-LINE Será desenvolvido um site na internet, com link para o site do CEPARH e parceiros, que dará apoio on-line ao adolescente, através de entrevistas, depoimentos, dicas, jogos e seção de " Pergunte ao Doutor", entre outros. Esse site também dará apoio aos pais e educadores. Nele, a escola também poderá fazer o seu cadastramento para implantar o programa na sua comunidade.
8. AVALIAÇÃO As Escolas participantes terão como obrigação o preenchimento de formulário inicial e após o programa, relatórios semestrais, como forma de comparação de resultados. Caso haja a necessidade, o programa será novamente realizado na mesma escola. As escolas poderão encaminhar qualquer aluno e funcionários ao CEPARH gratuitamente. Após 6 meses, os responsáveis pelas escolas participantes do programa, serão convocados para uma reunião geral, onde todos os parceiros participarão como forma de avaliação e melhoria do programa.
Pessoal da Instituição (programa parte educativa e clinica): Equipe CEPARH: · Supervisor geral (1): Adequação dos recursos recebidos, relatórios financeiros, supervisão do funcionamento do programa, articulação de parcerias, fechamento de termos de adesão com instituições que receberão o programa.
· Coordenadora Responsável (1): Orientação, supervisão, planejamento, cronograma, apoio na articulação com parceiros, acompanhamento geral do programa.
· Coordenadora Médica (1) Orientação, supervisão dos profissionais da área médica, planejamento, cronograma, treinamento, direcionamento de pacientes a entidades parceiras, solicitação de MAT/MED e acompanhamento geral do programa parte clínica.
· Captador de Recursos: Busca de novos parceiros/ financiadores, fechamento de convênios e contratos, manutenção dos conveniados.
· Médicos (Ginecologista e Urologista): Atendimento de adolescentes para avaliação clínica, indicação de métodos contraceptivos, solicitação de exames e revisões.
· Assistente de Coordenação: Apoio à coordenação, divulgação do programa diante dos parceiros e órgãos competentes, cadastro de entidades, responsável pela parte financeira e compras.
· Facilitadores (3): Responsável pela capacitação do educador ao programa, acompanhamento das dinâmicas de grupo e apoio ao educador e grupos de jovens dentro e fora da sala.
· Responsável pedagógico: Acompanhamento, orientação, elaboração e revisão de material lúdico/ educativo, avaliação das ações propostas, orientação e formação de estagiários, formador de colaboradores.
· Assistente Pedagógico: responsável por articulações no Festival Cultural, por palestras educativas e atividades lúdicas com grupos de jovens.
· Estagiário nível superior (3): Apoio aos facilitadores, planejamento de distribuição de material lúdico, organização de registro de projetos, apoio nas palestras educativas e no Festival Cultural.
· Assistente Social: Atendimento individualizado do adolescente, aconselhamento e encaminhamento a parceiros competentes, mediante as necessidades.
- Psicólogo: Facilitador e mediador em dinâmicas de grupo, aconselhamentos, encaminhamentos a entidades parceira, conforme necessidade.
· Suporte técnico: Responsável pelos equipamentos e site na internet.
· Equipe de Enfermagem: Atendimento para anaminese, apoio aos médicos.
FLUXOGRAMA ETAPA EDUCACIONAL
FESTI Temas trabalhados: · Gênero e Sexo · Fisiologia e anatomia do sistema reprodutor; · Métodos contraceptivos/proteção dupla; · Doenças sexualmente transmissíveis/ AIDS; · Aborto/ Conseqüências de uma gravidez precoce;
Sistema de Acompanhamento e Avaliação / Ações e InstrumentosPara Profissionais, Estagiários e Assistentes: · Reuniões coletivas semanais para avaliação individual de cada adolescente, envolvendo todos os profissionais; · Discussão de casos (semanalmente); · Relatórios semestrais de avaliação do programa; · Analise de formulários de pesquisas. · Encaminhamento de adolescentes a entidades parceiras, conforme a necessidade.
Processo e metodologia aplicada pelos profissionais aos adolescentes
· Promover análises, descobertas e discussões dos problemas do âmbito sexual que atingem de forma direta os próprios adolescentes, · Incentivar a pesquisa sobre os temas abordados com ajuda dos principais meios de comunicação. · Fomentar a discussão com troca de experiências mediada por psicólogos e educadores; · Incentivar o comparecimento do parceiro sexual e da família no Festival cultural; · Incentivar a criatividade para demonstração de vivências e sentimentos; · Apresentar os temas através de palestras interativas com profissionais especializados; · Utilizar o próprio adolescente como forma de resolver suas próprias questões através de debates em grupo e aconselhamento individual; · Incentivar a formação de jovens multiplicadores,fornecendo informações e material necessário para o seu desenvolvimento e acompanhamento; · Trabalhar com vivências, simulações de casos reais, através de dinâmicas de grupo.
Atividades gerais realizadas durante o programa:
· Engajamento das Escolas/ educadores sobre a importância do programa; · Mobilização e capacitação do quadro docente; · Motivação para elaboração de atividades culturais com o tema proposto; · Incentivar o comparecimento do adolescente a profissionais de saúde para avaliação e aconselhamento; · Encaminhamento para entidades parceiras, conforme o caso (abuso sexual, DST´s/ AIDS, etc.); · Indicação e fornecimento de métodos contraceptivos (analise individual); · Palestras educativas; · Questionários psico -sociais · Avaliação geral com os participantes; · Discussões de casos Debates; · Dinâmica de grupo; · Pesquisas; · Vivencias; · Aconselhamento individual; · Produção de material lúdico pelos próprios adolescentes.
Os adolescentes que necessitarem de apoios específicos por problemas mais graves, serão direcionados a entidades parceiras que cuidarão dos casos em questão. Parcerias (em negociação):
· FUNDAÇÃO ODEBRECHT · CREAIDS · SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO · CEDECA · SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO · CIPÓ · PHILIPS · UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA · FUNDAC · CAD · GAPA
Espaço físico disponível para o programa Clinico e educativo no CEPARH:
· Auditório com capacidade para 150 pax · Sala de reunião com capacidade para 30 pax · Sala de aconselhamento individual/casal (1) · Sala de aula (1) · Sala de trabalho ( 3) · Consultório médico (2) · Sala de enfermagem (1) · Recepção · Sala de Arquivo
Recursos humanos nas Escolas: · Assistente social (1) · Coordenador pedagógico · Assistente pedagógico · Facilitadores (3) · Coordenador de projeto (1) · Assistente de Coordenação (1) · Estagiário nível superior (3) · Estagiário nível médio ( 1) · Supervisor (1) · Suporte técnico (1) · Administrador Contábil (1)
Equipamentos: · Data show (1) · TV (2) · Vídeo Cassete(2) · Computador com impressora/ gravador de cd e acesso à internet (1) · Maquina fotográfica digital (1) · Laptop (1) · Microsystem (2) · Retroprojetor (1) · Filmadora (1) · Telão (1) · Deck (1) · Caixas de som (2)
Material educativo (criado pelo programa) · CD · Filme animado · Guia do Educador · Filme educador · Gibi · Cartilha · Site
Apoio e incentivo ao Educador · Kit educador ( guia, camiseta, conjunto slides, filme VHS,gibi) · Carteirinha para utilização dos serviços clínicos do CEPARH · Apoio logístico
Convênios e Parcerias Serão oferecidas parcerias com:
· Instituições (ONGS) de apoio ao jovem e adolescente; · Secretarias Municipais e Estaduais · Empresas públicas e privadas · Fundações · Ministério da Saúde/ Educação · Escolas públicas e particulares
ATENDIMENTO CLÍNICO Apresentação:
Sabemos que a educação é um instrumento fundamental e deverá vir sempre em primeiro lugar como forma de despertar o adolescente para uma melhor qualidade de vida, porém apenas fazendo uso dela, não se consegue resolver de forma eficiente toda a problemática da sexualidade que vive os nossos adolescentes. Nessa etapa do programa, o CEPARH tem como objetivo colocar ao alcance do adolescente de forma gratuita, principalmente daqueles que foram despertados pelo programa Adolescer nas escolas, um centro de excelência ambulatorial direcionado para o atendimento dessa faixa etária que estará munido de profissionais qualificados: apoio médico e psicológico, além de oferecer exames e métodos contraceptivos, conforme a necessidade.
Dados do Projeto
Espaço físico utilizado: Ambulatório do CEPARH. Público alvo: Adolescentes com faixa etária entre 13 e 23 anos. Início de implementação do projeto: a partir de dezembro 2004 Duração Mínima do Projeto piloto: 12 meses Estimativa de público no projeto piloto: 12.000 adolescentes
Atendimento no CEPARH:
Acreditamos que a demanda será bastante acentuada pelo programa Adolescer nas Escolas e por este motivo, será destinada uma área no próprio Ambulatório do CEPARH especialmente para o atendimento desses adolescentes. O funcionamento se dará todas as tardes, no horário de 13:00 às 19:30,( 17:00 as 19:30h., será reservado para os alunos que estudam no turno da tarde) atendendo um total de 50 adolescentes /dia, numa média de 1.000 atendimentos ao mês, podendo estender os horário de acordo com a demanda e recursos.
Esses adolescentes terão acesso a consultas ginecológica e urológica, métodos contraceptivos, exames preventivos, ultra-sonografia, pré-natal, e encaminhamento para entidades parceiras quando necessário para o tratamento da HIV /Aids, partos, e problemas psicológicos provocados por abuso e violência sexual, entre outros. No próprio CEPARH o adolescente também terá apoio educacional para a conscientização das conseqüências das DSTs, gravidez precoce e do aborto provocado, através de palestras e aconselhamentos individuais e do casal. Essas ações terão apoio de assistentes sociais, médicos e educadores.
Outra prioridade do programa é incentivar a participação do jovem casal para que as responsabilidades sejam divididas e que também se tornem multiplicadores nas suas comunidades.
Temas trabalhados: · Gênero e SEXO · Fisiologia e anatomia do sistema reprodutor; · Métodos contraceptivos /proteção dupla (preservativo+método); · Doenças sexualmente transmissíveis, HIV/AIDS; · Conseqüências de uma gravidez precoce/ Aborto;
Fluxograma de Atendimento no Ambulatório (13:00 ás 19:30)
1º Momento
2º Momento
3º Momento
4º Momento
Sistema de Acompanhamento e Avaliação / Ações e Instrumentos Para Profissionais, Estagiários e Assistentes:
· Reunião semanal para avaliação individual de cada adolescente, envolvendo todos os profissionais; · Discussão de casos (semanalmente); · Relatórios semestrais de avaliação do programa; · Analise de formulários de pesquisas. · Encaminhamento a entidades parceiras, conforme a necessidade. · Acompanhamento de casos, conforme a necessidade. · Reunião mensal com os profissionais das duas etapas do programa.
Processo e metodologia aplicada pelos profissionais aos adolescentes
· Promover palestras interativas com analises e discussões dos problemas do âmbito sexual que atingem de forma direta aos próprios adolescentes, · Incentivar o comparecimento do parceiro sexual no ingresso ao grupo; · Utilizar o próprio adolescente como forma de resolver suas próprias questões através de aconselhamento individual/ casal; · Incentivar a formação de adolescente multiplicadores, fornecendo informações e material necessário para o seu desenvolvimento e acompanhamento nas suas comunidades;
Atividades do programa realizadas no CEPARH: · Consultas e Exames ginecológicos e urológicos; · Tratamento de DSTs, mediante a necessidade de casos; · Indicação e fornecimento de métodos contraceptivos (individual) · Palestras interativas; · Revisões médicas periódicas; · Questionários psico -sócio - econômico; · Avaliação geral com os participantes; · Discussões de casos; · capacitação e entrega de material para adolescentes multiplicadores; · Aconselhamento individual/ casal/ família; · Pesquisas; · Encaminhamento para Entidades parceiras conforme a necessidade.
Os adolescentes que necessitarem de apoios específicos por problemas mais graves, serão direcionados a entidades parceiras que cuidarão dos casos em questão.
Parcerias (em negociação):
· SECRETARIA DE SAÚDE DO ESTADO/ MUNICIPIO · CEDECA · FUNDAC · DST/COAS · CREAIDS · CIPÓ · GAPA · FUNDAÇÃO ODEBRECHT · UNIVESIDADE FEDERAL DE PSICOLOGIA · SECRETARIA DE EDUCAÇÃO (ESTADUAL E MUNICIPAL), entre outros.
Espaço físico que será utilizado no CEPARH: · Auditório com capacidade para 150 pax(1) · Sala de reunião com capacidade para 30 pax(1) · Consultórios (3) · Sala de aconselhamento individual/casal/família(1) · Sala de enfermagem (1) · Arquivo · Recepção · Sala de aula (1) · Sala de trabalho (2)
Recursos humanos: · Recepcionistas (2) · Assistente social (1) · Enfermeira (1) · Ginecologista (2) · Urologista (1) · Auxiliar de enfermagem (2) · Supervisor de programa · Coordenador médico (1) · Secretária (1) · Estagiário nível superior (3)
Equipamentos Áudio Visuais: · Retroprojetor · TV 29' · Vídeo Cassete · Computador com impressora
Equipamento Médico · Kit Ginecológico · Aparelho de ultra-sonografia · Colposcopio · Foco · Estetoscópio · Aparelho de pressão · Mesa de exames completa
Métodos Contraceptivos que serão disponibilizados: · Camisinha · Injetável · Pílula · Pílula de emergência
Incentivo ao retorno do adolescente · Vale transporte · Carterinha de sócio multiplicador · Lanche
Convênios e Parcerias Serão oferecidas parcerias com: · Instituições (ONGS) de apoio ao jovem e adolescente; · Secretarias Municipais e Estaduais · Empresas públicas e privadas · Fundações · Ministério da Saúde · Escolas públicas e particulares · Associações de Bairros · Comunidades carentes
Recursos Os recursos para operacionalização desse programa (etapas educativa/clínica) serão alavancados através de convênios, parcerias, patrocínios e do próprio CEPARH.
A seqüência do programa será mantida através de: · Cursos, capacitações, treinamentos e reciclagem de profissionais especializados no programa de sexualidade na adolescência ( clinico e educativo); · Implantação do programa em Escolas privadas, prefeituras do município e entidades de atendimento a menores. · Comercialização do material educativo (CD room, fitas de vídeo, slides e transparências) utilizado no programa.
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